Perspectivas para 2013

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Assistiu-se uma estagnação do PIB no 3º trimestre de 2012 e após esta fase este parâmetro balizador da economia do país voltou a crescer no terceiro trimestre.

O aspecto a ser enfrentado pelas autoridades governamentais é evitar que o crescimento fique limitado 3,2%, por conta de restrições estruturais.

Após a inflação, do ano anterior, ter encerrado com o cumprimento da meta de 6,5%, o quadro inflacionário registrou no 12 meses que o IPCA declinou da taxa de 6,5% para 5,1% em abril de 2012 e isto é um resultado extremamente alentador para a economia e para o setor de transporte.

O comportamento das commodities em reais e fatores pontuais ajudaram a explicar as melhorias, alem das expectativas, entretanto núcleos específicos continuam a apontar para um quadro inflacionário desconfortável, nesta linha convergindo para 4,5% se mostra pouco provável.

O cenário político colocou em risco o equilíbrio macroeconômico. Paralelamente, problemas estruturais num cenário de baixo crescimento potencial da economia se debatem em nosso segmento.

A percepção de um menor crescimento da economia da China poderá afetar os investimentos nos setores com maior competitividade externa.

Ainda assim, para 2013 e exercícios seguintes, se justifica a expectativa de alguma melhoria no setor, tendo em vista os avanços das obras voltadas para os eventos esportivos que se avizinham além dos investimentos dedicados a exploração de petróleo, do GAS e do Pré- Sal.

A produção física de materiais de construção deverá fechar 2012 com uma evolução de cerca de 4,1% para 2013 a expectativa é de um avanço de 4,5%.

No exercício que se avizinha, a atividade de transporte deverá ser definida pela continuidade do bom desempenho no setor imobiliário, no qual deve se juntar obras de infraestrutura, visando os megaeventos esportivos quando a solução dos gargalos do setor no Nordeste e o País deverá ser visibilizada.

A projeção para o preço internacional do mercado de minério de ferro é de queda de 6,3%.

Apesar dos resultados fracos em 2012, a expectativa é de forte recuperação nos próximos trimestres em função do aquecimento das atividades siderúrgicas na China.

CONCLUSÃO
Registra-se a necessidade de concepção de um sistema logístico expandido e integrado caracterizando o transporte multimodal.

Urge a necessidade de solução para os atuais gargalos, para possibilitar a racionalização operacional do transporte.

A redução do custo Brasil depende fundamentalmente, da continuidade e ampliação dos investimentos no setor transporte.

Presidente Newton Gibson
FETRACAN

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